Brasília, terça-feira, 25 de fevereiro de 2014 - 15:1
ECONOMIA
Educação sobe com menos intensidade e ajuda a conter inflação
Fonte: Agência Brasil
Setor apresentou decréscimo, passando de 2,4% para 1,5%
O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) apresentou alta de 0,69% na terceira prévia do mês. Essa variação ficou abaixo da apurada na segunda prévia (0,78%) e reflete perda de força nos aumentos de preços em quatro dos oito grupos pesquisados, principalmente, educação, leitura e recreação que registrou decréscimo passando de 2,47% para 1,56%.
A medição feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra queda no ritmo de elevação dos preços em despesas pessoais (de 2,79% para 2%); em habitação (de 0,78% para 0,68%) e saúde (de 0,63% para 0,59%). Nos demais grupos ocorreram avanços de preços: transportes (de 0,5% para 0,58%); vestuário (de -0,15% para 0,1%); comunicação (de 0,16% para 0,24%) e alimentação (de 0,58% para 0,61%).
Os cinco itens com maior influência sobre o IPC-S, no período de 23 de janeiro a 22 de fevereiro, comparado aos 30 dias imediatamente anteriores, foram: refeições em bares e restaurantes (de 1,01% para 1,03%); cigarros (de 5,63% para 4,10%); empregada doméstica mensalista (de 2,1% para 1,99%); tarifa de ônibus urbano (de 0,54% para 1,01%) e perfume (de 2,02% para 3,09%).
A medição feita pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV) mostra queda no ritmo de elevação dos preços em despesas pessoais (de 2,79% para 2%); em habitação (de 0,78% para 0,68%) e saúde (de 0,63% para 0,59%). Nos demais grupos ocorreram avanços de preços: transportes (de 0,5% para 0,58%); vestuário (de -0,15% para 0,1%); comunicação (de 0,16% para 0,24%) e alimentação (de 0,58% para 0,61%).
Os cinco itens com maior influência sobre o IPC-S, no período de 23 de janeiro a 22 de fevereiro, comparado aos 30 dias imediatamente anteriores, foram: refeições em bares e restaurantes (de 1,01% para 1,03%); cigarros (de 5,63% para 4,10%); empregada doméstica mensalista (de 2,1% para 1,99%); tarifa de ônibus urbano (de 0,54% para 1,01%) e perfume (de 2,02% para 3,09%).
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