Brasília, quarta-feira, 9 de abril de 2014 - 12:21
MEGAEVENTOS ESPORTIVOS
Copa das Confederações rendeu R$ 9,7 bilhões ao Brasil
Fonte: Portal CTB
Expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes esse valor
O Ministério do Turismo divulga na última segunda-feira (7) um estudo sobre o impacto econômico da Copa das Confederações. O resultado revela a movimentação financeira no período, o reflexo no Produto Interno Bruto (PIB) e na geração de empregos, além de oferecer insumos para projeções sobre a Copa do Mundo.
De acordo com a pesquisa, realizada por meio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o torneio gerou um movimento de R$20,7 bilhões, sendo R$11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local e de investimentos privados e públicos e outros R$ 9,7 bilhões como renda acrescentada ao PIB brasileiro. A expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes esse valor.
Dos R$9,7 bilhões, 58% ficaram nas cidades-sede e 42% foram distribuídos pelo restante do país. "O resultado mostra que o impacto do torneio não se restringe aos locais onde são realizados os jogos. Eles têm impacto em todo o Brasil", afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
O estudo analisa os impactos iniciais, diretos, indiretos e induzidos na economia. Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$346 milhões) e estrangeiros (R$102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$311 milhões). Desses valores, obteve-se o efeito multiplicador na cadeia produtiva.
Por fim, mediu-se o impacto da Copa das Confederações na geração de empregos. Foi criado o equivalente a 303 mil vagas, considerando o conceito "equivalente-homem-ano". Isso não significa que a mesma quantidade de novos empregos foi necessariamente criada.
Parte dessa demanda por novos empregados pode ter sido suprida por horas extras, ou simplesmente, com o melhor aproveitamento dos empregados atuais. Desse total, 60% estão nas cidades-sede e 40% no restante do país.
O Rio de Janeiro foi a cidade com a maior movimentação financeira entre as seis sedes (R$6 bilhões), o que significa R$2,8 bilhões de acréscimo ao PIB da capital. Registrou, também, a maior geração de empregos (59 mil) entre as sedes da Copa. Juntos, turistas brasileiros e estrangeiros gastaram, no Rio, R$117 milhões.
Para a pesquisa, foram ouvidas 17 mil pessoas e analisados os gastos e investimentos para a realização do evento. Os investimentos feitos até a Copa das Confederações representam 77% do total previsto para as seis sedes do torneio de 2013 e 36% do total projetado para as 12 cidades-sede da Copa do Mundo. Os dados são baseados na versão de abril de 2013 da Matriz de Responsabilidades da Copa.
De acordo com a pesquisa, realizada por meio da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), o torneio gerou um movimento de R$20,7 bilhões, sendo R$11 bilhões referentes a gastos de turistas, do Comitê Organizador Local e de investimentos privados e públicos e outros R$ 9,7 bilhões como renda acrescentada ao PIB brasileiro. A expectativa é de que a Copa do Mundo movimente três vezes esse valor.
Dos R$9,7 bilhões, 58% ficaram nas cidades-sede e 42% foram distribuídos pelo restante do país. "O resultado mostra que o impacto do torneio não se restringe aos locais onde são realizados os jogos. Eles têm impacto em todo o Brasil", afirma o ministro do Turismo, Vinicius Lages.
O estudo analisa os impactos iniciais, diretos, indiretos e induzidos na economia. Como base para o cálculo, utilizou-se a soma dos investimentos públicos e privados em infraestrutura (R$ 9,1 bilhões), dos gastos dos turistas nacionais (R$346 milhões) e estrangeiros (R$102 milhões) e dos investimentos do Comitê Organizador Local (COL) no evento (R$311 milhões). Desses valores, obteve-se o efeito multiplicador na cadeia produtiva.
Por fim, mediu-se o impacto da Copa das Confederações na geração de empregos. Foi criado o equivalente a 303 mil vagas, considerando o conceito "equivalente-homem-ano". Isso não significa que a mesma quantidade de novos empregos foi necessariamente criada.
Parte dessa demanda por novos empregados pode ter sido suprida por horas extras, ou simplesmente, com o melhor aproveitamento dos empregados atuais. Desse total, 60% estão nas cidades-sede e 40% no restante do país.
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