Brasília, terça-feira, 24 de janeiro de 2012 - 17:33
GANHO REAL
Salário médio de admissão subiu 3,12% em 2011, diz Caged
Fonte: Agência Estado
Em quase todas as unidades da Federação houve ganho real de salário, com destaque para o Paraná (6,33%), Pernambuco (5,36%) e Pará (5,19%)
Os salários médios de admissão dos empregados registraram alta de 3,12% em 2011 na comparação com 2010, segundo informou, nesta terça-feira (24), o Ministério do Trabalho. No período, os salários médios passaram de R$ 888,89 para R$ 916,63.
Mais uma vez, o salário médio de admissão dos homens foi maior do que o das mulheres. No ano passado, enquanto eles tiveram elevação de 3,79% de seus rendimentos iniciais, elas viram um incremento de 2,33%.
Com isso, a relação entre o salário real médio de admissão feminino versus o masculino passou de 87,03% para 85,80%.
O ministério destacou que em quase todas as unidades da Federação houve ganho real de salário, com destaque para o Paraná (6,33%), Pernambuco (5,36%) e Pará (5,19%).
Já os Estados que registraram perdas reais foram Sergipe (-1,43%), Roraima (+0,73%) e Rondônia (+0,72%).
Desde o início do governo Lula, em 2003, o aumento real do salário médio de admissão subiu 33,06%, de acordo com o Ministério do Trabalho. No período, passou de R$ 688,88 para R$ 916,88.
Últimas notícias
Flávio Bolsonaro recicla agenda de Temer e promete precarizar ainda mais o trabalho
20/8 - 12:34 |
Punição mais rígida para pedófilos
20/8 - 12:23 |
Profissionais da Educação merecem respeito e valorização
19/8 - 9:50 |
Dois palanques, dois legados e uma eleição entre memória e herança
17/8 - 16:17 |
Lula chega à campanha com mais de 10 milhões de empregos formais
Notícias relacionadas
Flávio Bolsonaro recicla agenda de Temer e promete precarizar ainda mais o trabalho
20/8 - 12:23 |
Profissionais da Educação merecem respeito e valorização
19/8 - 9:50 |
Dois palanques, dois legados e uma eleição entre memória e herança
17/8 - 16:17 |
Lula chega à campanha com mais de 10 milhões de empregos formais
17/8 - 16:9 |
O atraso travestido de modernidade no debate sobre o trabalho

