Brasília, sexta-feira, 9 de novembro de 2012 - 10:33
OPERAÇÃO CHAKAL
PF desarticula grupo suspeito de fraudar seguro-desemprego
Fonte: Agência Brasil
Segundo MTE, 280 empresas estariam declarando a contratação e demissão de empregados com o fim de requerer o benefício
A Polícia Federal (PF) fez, nesta quinta-feira (8), operação em quatro estados para desarticular um grupo suspeito de fraudar o Programa do Seguro-Desemprego. Duas pessoas foram presas e documentos de pessoas físicas e jurídicas, carimbos, computadores e quatro veículos foram apreendidos.
Além da capital paulista, a operação denominada Chakal ocorreu nas cidades de Catalão (GO), Gurupi (TO), Uberlândia (MG), Ribeirão Preto (SP) e Jaboticabal (SP). Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pela 9ª Vara Criminal Federal em São Paulo.
Segundo a PF, o inquérito policial, que teve início em outubro de 2011, foi elaborado a partir da suspeita do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) da ocorrência de fraudes relacionadas a 280 empresas que estariam declarando a contratação e demissão de empregados com o fim de requerer o seguro-desemprego.
“Verificou-se que tanto os sócios das empresas como os requerentes do seguro-desemprego eram fictícios - eles haviam sido criados com a utilização de documentos falsos. O grupo realizava fraudes em grande escala, como se fosse uma grande empresa especializada”, informou em nota a PF.
O MTE estima que a fraude pode superar R$ 30 milhões. No entanto, R$ 7 milhões deixaram de ser pagos devido ao compartilhamento de informações entre técnicos do MTE e a PF para aperfeiçoar os sistemas de controle.
A operação contou com a participação de 61 policiais federais e sete técnicos do MTE. Ela recebeu o nome de Chakal por ser esse o pseudônimo utilizado pela quadrilha em diversos cadastros efetuados em órgãos federais.
Os investigados responderão por formação de quadrilha, estelionato e lavagem de dinheiro. As penas de cada crime, somadas, podem ir de cinco a 20 anos de prisão.
Além da capital paulista, a operação denominada Chakal ocorreu nas cidades de Catalão (GO), Gurupi (TO), Uberlândia (MG), Ribeirão Preto (SP) e Jaboticabal (SP). Os mandados de prisão e de busca e apreensão foram expedidos pela 9ª Vara Criminal Federal em São Paulo.
Segundo a PF, o inquérito policial, que teve início em outubro de 2011, foi elaborado a partir da suspeita do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) da ocorrência de fraudes relacionadas a 280 empresas que estariam declarando a contratação e demissão de empregados com o fim de requerer o seguro-desemprego.
“Verificou-se que tanto os sócios das empresas como os requerentes do seguro-desemprego eram fictícios - eles haviam sido criados com a utilização de documentos falsos. O grupo realizava fraudes em grande escala, como se fosse uma grande empresa especializada”, informou em nota a PF.
O MTE estima que a fraude pode superar R$ 30 milhões. No entanto, R$ 7 milhões deixaram de ser pagos devido ao compartilhamento de informações entre técnicos do MTE e a PF para aperfeiçoar os sistemas de controle.
A operação contou com a participação de 61 policiais federais e sete técnicos do MTE. Ela recebeu o nome de Chakal por ser esse o pseudônimo utilizado pela quadrilha em diversos cadastros efetuados em órgãos federais.
Os investigados responderão por formação de quadrilha, estelionato e lavagem de dinheiro. As penas de cada crime, somadas, podem ir de cinco a 20 anos de prisão.
Últimas notícias
12/3 - 11:21 |
Por que 2026 será decidido no detalhe?
12/3 - 10:55 |
Câmara debate avanço da pejotização e alerta para riscos à Previdência e aos direitos trabalhistas
11/3 - 11:58 |
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
Por que 2026 será decidido no detalhe?
12/3 - 10:55 |
Câmara debate avanço da pejotização e alerta para riscos à Previdência e aos direitos trabalhistas
11/3 - 11:58 |
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
Notícias relacionadas
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
12/11 - 15:46 |
PJ x CLT: entre acesso a direitos e ausências desses, trabalhadores querem proteção
4/11 - 12:52 |
País ainda paga menos às mulheres: diferença média é de 21,2%
7/10 - 21:13 |
Pejotização no banco dos réus: STF discute limites e legalidade da prática
15/9 - 20:4 |
“Diálogo e responsabilidade”: garante governo, sobre redução da escala 6x1
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
12/11 - 15:46 |
PJ x CLT: entre acesso a direitos e ausências desses, trabalhadores querem proteção
4/11 - 12:52 |
País ainda paga menos às mulheres: diferença média é de 21,2%
7/10 - 21:13 |
Pejotização no banco dos réus: STF discute limites e legalidade da prática
15/9 - 20:4 |
“Diálogo e responsabilidade”: garante governo, sobre redução da escala 6x1

