Brasília, quinta-feira, 18 de junho de 2015 - 10:31
DENÚNCIA
Pesquisa revela que relatos de assédio moral aumentaram
Fonte: Portal CTB
Do total de vítimas de assédio, 47,3% afirmam ter sofrido assédio moral e 9,7%, assédio sexual
Divulgação
Assédio Moral
Ir para o trabalho tem sido sinônimo de desgaste psicológico e emocional para muitos brasileiros que sofrem com o assédio dos gestores. Segundo pesquisa do site Vagas.com, em parceria com a BBC Brasil, 52% dos 4.975 trabalhadores entrevistados disseram ter sido vítimas de assédio sexual ou moral.
Mesmo entre aqueles que responderam ao questionário enviado a 70 mil profissionais e disseram não ter sofrido assédio, 34% já presenciaram algum episódio de abuso. Do total de vítimas de assédio, 47,3% afirmam ter sofrido assédio moral e 9,7%, assédio sexual. Alguns entrevistados vivenciaram os dois tipos da prática.
Quando o assunto é assédio sexual, as mulheres são mais atingidas. O percentual é de 80%. No assédio moral, a diferença é menor: 52% são mulheres e 48% homens. A pesquisa foi realizada em maio.
Entre os setores mais assediadores, os bancos têm lugar cativo. O Sindicato da Bahia acompanha e sempre denuncia os casos de assédio moral e sexual. Mas, a verdade é que o medo da demissão faz com que muitos deixem de denunciar os maus-tratos.
O estudo publicado pela BBC Brasil revela que 87,5% das vítimas não denunciam por medo de desligamento e/ou de sofrer represálias (31,6%). Entre os que falaram, 20,1% afirmam ter sido demitidos e 17,6% foram perseguidos. Enquanto isso, o assediador permanece na empresa em 74,6% dos casos.
Enquete promovida pelo Sindicato da Bahia atesta que a situação é comum nos bancos. O assédio moral atingiu, até o momento, 70% dos que responderam a pergunta Você se sente ou já sentiu assediado moralmente no banco?
A situação piora porque dentro deste percentual, 58% não denunciou por medo de demissão e apenas 12% teve coragem de divulgar o ato abusivo. Entre os 30% que disseram não, 11% afirma que conhece pessoas que sofreram com o assédio moral. O Sindicato está aberto para acolher as denúncias dos bancários e apoiá-los na luta contra os opressores. Ninguém deve permanecer impune.
Últimas notícias
11/3 - 11:58 |
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
7/3 - 18:30 | ANÁLISE POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL
Trabalho, renda e custo de vida: 3 sinais estruturais da melhora social recente
7/3 - 18:23 |
O império do caos
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
7/3 - 18:30 | ANÁLISE POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL
Trabalho, renda e custo de vida: 3 sinais estruturais da melhora social recente
7/3 - 18:23 |
O império do caos
Notícias relacionadas
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
3/3 - 13:10 |
Segundo Sebrae, 47% das MPE apoiam redução da escala 6x1
12/2 - 14:33 |
Jornada de 40 horas teria 1% de impacto no custo operacional
6/2 - 12:32 |
Menos horas, mais saúde
5/2 - 18:20 |
O Brasil real rejeita precarização: 56% querem voltar à CLT e empreendem por falta de opção
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
3/3 - 13:10 |
Segundo Sebrae, 47% das MPE apoiam redução da escala 6x1
12/2 - 14:33 |
Jornada de 40 horas teria 1% de impacto no custo operacional
6/2 - 12:32 |
Menos horas, mais saúde
5/2 - 18:20 |
O Brasil real rejeita precarização: 56% querem voltar à CLT e empreendem por falta de opção

