Brasília, sexta-feira, 15 de julho de 2011 - 12:28
OPORTUNIDADE DE TRABALHO
Copa do Mundo: mais de oito mil empregos serão gerados no DF
Fonte: Blog do Trabalho
Expectativa, segundo estudo, é que sejam criados na capital federal 2.695 novas empresas e gerados 8.085 empregos
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgou na última semana o Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Distrito Federal para a Copa do Mundo de 2014, que identificou 539 oportunidades de negócios na capital federal.
A maior parte das 539 oportunidades apontadas para os empreendedores brasilienses está na produção associada ao turismo – setores como artesanato, gastronomia e manifestações culturais – com 88 atividades promissoras, tecnologia da informação (86), turismo (85), construção civil (66) e comércio varejista (52).
Os demais setores mapeados são agronegócios, com 50 oportunidades, madeira e móveis (46), serviços (42) e têxtil e vestuário (24).
O estudo e os dados do Ministério do Turismo preveem ainda que grandes obras de infraestrutura locais, como a reforma do Estádio Mané Garrincha, a implementação de veículos leves sobre trilhos (VLT) e a ampliação do aeroporto devem desencadear a criação de 58 mil empregos, além de R$ 1,7 bilhão em investimentos.
Para o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, de cada dez empregos que devem ser gerados em função da Copa do Mundo de 2014, seis estarão em micro e pequenos negócios.
Atualmente, as MPEs respondem por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“Vamos ter a criação de novas empresas e o fortalecimento das atuais. A Copa deve gerar 700 mil empregos diretos e esperamos que 60% destes sejam nas micro e pequenas empresas. Temos que ter um legado e é importante que o Brasil realize, não só dentro do campo, mas também fora, a melhor Copa do Mundo”, destacou Barretto.
Acordo
O Sebrae também firmou com o Ministério do Esportes um acordo de cooperação técnica com o objetivo de identificar dentro das grandes obras de preparação para a Copa do Mundo de 2014 possibilidades de negócios para as MPE.
O convênio, que tem vigência de quatro anos, fará uma aproximação do Sebrae com as Câmaras Temáticas Nacionais, que integram o Sistema de Governança da Copa do Mundo Fifa 2014.
A partir de agora, o Sebrae deverá identificar dentro dos principais investimentos programados para as 12 cidades-sede as possibilidades de negócios que podem ser aproveitadas pelas micro e pequenas empresas.
As oportunidades serão disseminadas em eventos de mobilização apoiados pelo Sebrae nas cidades-sede.
O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) divulgou na última semana o Mapa de Oportunidades para as Micro e Pequenas Empresas (MPEs) do Distrito Federal para a Copa do Mundo de 2014, que identificou 539 oportunidades de negócios na capital federal.
A expectativa, segundo o estudo, é que sejam criadas 2.695 empresas e gerados 8.085 empregos.
A maior parte das 539 oportunidades apontadas para os empreendedores brasilienses está na produção associada ao turismo – setores como artesanato, gastronomia e manifestações culturais – com 88 atividades promissoras, tecnologia da informação (86), turismo (85), construção civil (66) e comércio varejista (52).
Os demais setores mapeados são agronegócios, com 50 oportunidades, madeira e móveis (46), serviços (42) e têxtil e vestuário (24).
O estudo e os dados do Ministério do Turismo preveem ainda que grandes obras de infraestrutura locais, como a reforma do Estádio Mané Garrincha, a implementação de veículos leves sobre trilhos (VLT) e a ampliação do aeroporto devem desencadear a criação de 58 mil empregos, além de R$ 1,7 bilhão em investimentos.
Para o presidente do Sebrae Nacional, Luiz Barreto, de cada dez empregos que devem ser gerados em função da Copa do Mundo de 2014, seis estarão em micro e pequenos negócios.
Atualmente, as MPEs respondem por cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro.
“Vamos ter a criação de novas empresas e o fortalecimento das atuais. A Copa deve gerar 700 mil empregos diretos e esperamos que 60% destes sejam nas micro e pequenas empresas. Temos que ter um legado e é importante que o Brasil realize, não só dentro do campo, mas também fora, a melhor Copa do Mundo”, destacou Barretto.
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