Brasília, sexta-feira, 8 de agosto de 2014 - 14:52
BENEFÍCIOS SOCIAIS
Governo dá preferência às mulheres no recebimento de benefícios
Fonte: Portal Vermelho
Entre contratos assinados no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, 86,44% têm mulheres como signatárias na faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1,6 mil por mês
As mulheres brasileiras ganharam vez e voz nos últimos anos. No Governo de Dilma Rousseff, a primeira mulher a presidir o Brasil, elas viram seus direitos se consolidarem, assumiram pastas ministeriais, fortaleceram sua autonomia na sociedade e aumentaram sua contribuição para o crescimento da economia nacional.
Na última década, as políticas públicas construídas nos governos Lula e Dilma beneficiam, prestigiam e privilegiam as brasileiras. Entre os contratos assinados no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, 86,44% têm mulheres como signatárias na faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1,6 mil por mês.
No Bolsa Família, mulheres são titulares de 93% dos cartões de benefício; 68% delas negras. Ainda no âmbito do Bolsa Família, 94% dos microempreendedores individuais beneficiários do programa são mulheres. Elas também respondem por 71% das operações de concessão de microcrédito produtivo.
E este modelo também é adotado nas políticas sociais voltadas ao meio rural. Enquanto no ano 2000 apenas 13% dos títulos de terra da Reforma Agrária tinham mulheres como titulares, em 2010 este número já havia saltado para 48%, segundo dado do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
As mulheres são ainda responsáveis por 87% das famílias beneficiárias do Bolsa Verde, programa lançado em 2011 que concede, a cada trimestre, um benefício de R$300 às famílias em situação de extrema pobreza que vivem em áreas consideradas prioritárias para conservação ambiental.
Nos governos do PT e aliados, as políticas públicas levam em consideração que as mulheres sabem priorizar os gastos e têm mais cuidado com o bem-estar da família. Nas regiões mais carentes, a priorização dos benefícios também significa autonomia financeira das beneficiárias em relação aos maridos.
Mais segurança
Em seu Programa de Governo do segundo mandato, Dilma Rousseff aponta que mais direitos de cidadania, autonomia e violência zero serão as diretrizes das políticas para as mulheres. “A implementação da Casa da Mulher Brasileira (CMB) será decisiva para este objetivo, assim como as medidas de promoção da igualdade”, diz trecho do programa.
A Casa vai reunir Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM’s), juizados e varas, defensorias, promotorias, equipes de atendimento psicossocial e orientação para emprego e renda. Contarão com transporte gratuito os serviços de acolhimento e de saúde, como hospitais de referência e unidades básicas.
Mais educação
Nos últimos anos, as mulheres vêm aumentando continuamente sua participação no mercado de trabalho formal. Em grande parte, isso se deve à melhor qualificação profissional feminina em relação aos homens. Mais de 60% das matrículas para os cursos do Programa Nacional de Acesso à Educação Técnica e Emprego (Pronatec) foram realizadas por mulheres.
De acordo com o Censo da Educação Superior, as brasileiras são maioria nas universidades: três milhões entre os 5,4 milhões de estudantes (2010).
Mais saúde
Nos últimos 12 anos, os cuidados integrais com a saúde da mulher foram além da gestação e maternidade. A atenção às doenças do coração, vasculares e ao câncer – principalmente de mama e de colo de útero – levou à redução de 12% da mortalidade feminina entre 2000 e 2010.
Além disso, o governo passou a disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) um dos medicamentos mais eficazes para a prevenção do câncer de mama (Trastuzumabe); e ampliou os serviços de radioterapia e de mamografia, contribuindo para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Só as unidades móveis realizam, em média, quatro milhões de exames de mama por ano, principalmente em mulheres de 50 a 69 anos.
Na última década, as políticas públicas construídas nos governos Lula e Dilma beneficiam, prestigiam e privilegiam as brasileiras. Entre os contratos assinados no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida, 86,44% têm mulheres como signatárias na faixa 1, que atende famílias com renda de até R$ 1,6 mil por mês.
No Bolsa Família, mulheres são titulares de 93% dos cartões de benefício; 68% delas negras. Ainda no âmbito do Bolsa Família, 94% dos microempreendedores individuais beneficiários do programa são mulheres. Elas também respondem por 71% das operações de concessão de microcrédito produtivo.
E este modelo também é adotado nas políticas sociais voltadas ao meio rural. Enquanto no ano 2000 apenas 13% dos títulos de terra da Reforma Agrária tinham mulheres como titulares, em 2010 este número já havia saltado para 48%, segundo dado do Instituto de Colonização e Reforma Agrária (Incra).
As mulheres são ainda responsáveis por 87% das famílias beneficiárias do Bolsa Verde, programa lançado em 2011 que concede, a cada trimestre, um benefício de R$300 às famílias em situação de extrema pobreza que vivem em áreas consideradas prioritárias para conservação ambiental.
Nos governos do PT e aliados, as políticas públicas levam em consideração que as mulheres sabem priorizar os gastos e têm mais cuidado com o bem-estar da família. Nas regiões mais carentes, a priorização dos benefícios também significa autonomia financeira das beneficiárias em relação aos maridos.
Mais segurança
Em seu Programa de Governo do segundo mandato, Dilma Rousseff aponta que mais direitos de cidadania, autonomia e violência zero serão as diretrizes das políticas para as mulheres. “A implementação da Casa da Mulher Brasileira (CMB) será decisiva para este objetivo, assim como as medidas de promoção da igualdade”, diz trecho do programa.
A Casa vai reunir Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAM’s), juizados e varas, defensorias, promotorias, equipes de atendimento psicossocial e orientação para emprego e renda. Contarão com transporte gratuito os serviços de acolhimento e de saúde, como hospitais de referência e unidades básicas.
Mais educação
Nos últimos anos, as mulheres vêm aumentando continuamente sua participação no mercado de trabalho formal. Em grande parte, isso se deve à melhor qualificação profissional feminina em relação aos homens. Mais de 60% das matrículas para os cursos do Programa Nacional de Acesso à Educação Técnica e Emprego (Pronatec) foram realizadas por mulheres.
De acordo com o Censo da Educação Superior, as brasileiras são maioria nas universidades: três milhões entre os 5,4 milhões de estudantes (2010).
Mais saúde
Nos últimos 12 anos, os cuidados integrais com a saúde da mulher foram além da gestação e maternidade. A atenção às doenças do coração, vasculares e ao câncer – principalmente de mama e de colo de útero – levou à redução de 12% da mortalidade feminina entre 2000 e 2010.
Além disso, o governo passou a disponibilizar no Sistema Único de Saúde (SUS) um dos medicamentos mais eficazes para a prevenção do câncer de mama (Trastuzumabe); e ampliou os serviços de radioterapia e de mamografia, contribuindo para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Só as unidades móveis realizam, em média, quatro milhões de exames de mama por ano, principalmente em mulheres de 50 a 69 anos.
Últimas notícias
7/5 - 11:2 |
“Mudança já vem tarde”, diz Marinho, e Câmara abre debate histórico sobre fim da escala 6×1
7/5 - 10:57 |
Paim se despede com legado e luta, depois de 40 anos a serviço do trabalhador e da democracia
7/5 - 10:53 |
Pressão das ruas e nas redes avança e maioria quer enterrar escala 6×1
7/5 - 10:48 |
Entre a caricatura e a realidade: o lugar incômodo do Lula 3
7/5 - 10:33 |
Patrões no banco dos réus e TST desmascara coerção pró-Bolsonaro nas eleições de 2022
“Mudança já vem tarde”, diz Marinho, e Câmara abre debate histórico sobre fim da escala 6×1
7/5 - 10:57 |
Paim se despede com legado e luta, depois de 40 anos a serviço do trabalhador e da democracia
7/5 - 10:53 |
Pressão das ruas e nas redes avança e maioria quer enterrar escala 6×1
7/5 - 10:48 |
Entre a caricatura e a realidade: o lugar incômodo do Lula 3
7/5 - 10:33 |
Patrões no banco dos réus e TST desmascara coerção pró-Bolsonaro nas eleições de 2022
Notícias relacionadas
7/5 - 10:57 |
Paim se despede com legado e luta, depois de 40 anos a serviço do trabalhador e da democracia
7/5 - 10:11 |
STF julga investida patronal contra transparência salarial na lei da igualdade salarial
6/5 - 10:3 |
Fim da escala 6x1 domina ato na Câmara e amplia pressão por mudança na jornada
4/5 - 16:57 |
Jornada em disputa: Senado reúne vozes por menos horas, mais direitos e combate à precarização
1/5 - 21:35 |
1º de maio: trabalhadores do DF celebram data no Eixão
Paim se despede com legado e luta, depois de 40 anos a serviço do trabalhador e da democracia
7/5 - 10:11 |
STF julga investida patronal contra transparência salarial na lei da igualdade salarial
6/5 - 10:3 |
Fim da escala 6x1 domina ato na Câmara e amplia pressão por mudança na jornada
4/5 - 16:57 |
Jornada em disputa: Senado reúne vozes por menos horas, mais direitos e combate à precarização
1/5 - 21:35 |
1º de maio: trabalhadores do DF celebram data no Eixão

