Brasília, quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014 - 17:41 | Atualizado em: 13 de fevereiro de 2014
ORGANIZAÇÃO SINDICAL
Centrais definem palavras de ordem para ato do dia 9 de abril
Fonte: Portal Vermelho
“Trabalhadores unidos por mais direitos e qualidade de vida”
Este será o mote que foi definido pelo conjunto das centrais para o grande ato nacional que está sendo organizado para 9 de abril que marcará a retomada da mobilização em torno da Agenda da Classe Trabalhadora. Divulgou nesta terça-feira (11) a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB).
O ato nacional, segundo o secretário geral da CTB, Wagner Gomes, reafirma a estratégia da unidade da classe trabalhadora em defesa do povo brasileiro e do desenvolvimento do país. "Precisamos do conjunto do movimento sindical para obtermos novos avanços e evitarmos quaisquer retrocessos", pontua.
Bandeiras de luta erguidas pelas centrais
A finalidade da mobilização é retomar as lutas da classe trabalhadora, especialmente as definidas em 2010, na 2ª Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat): pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário, o fim do fator previdenciário, a manutenção da lei do salário mínimo e a luta contra a terceirização.
Além da luta pela regulamentação da Convenção 151 da OIT; Reforma agrária; Mudanças na política macroeconômica e mais investimentos na Saúde e na Educação.
"Nós temos nossas pautas específicas da categoria, mas também vamos lutar pelos direitos de toda a população", defendeu Wagner.
O dirigente da CTB também explica que apesar do posicionamento progressista do Governo Federal, é importante manter a luta dos trabalhadores para garantir e ampliar esses direitos. "Mesmo na situação atual do governo, que nós defendemos e ajudamos a eleger, sem pressão não somos atendidos".
Segundo a CTB, outra grande pauta de mobilização são as reformas estruturais democráticas. Conforme os sindicalistas, a reforma política e a democratização dos meios de comunicação também serão temas nas ruas de todo o país.
Orientação para os estados
Ainda de acordo com Wagner Gomes, cada uma das seções estaduais da CTB deve buscar, em conjunto com as outras centrais sindicais, organizar manifestações unitárias até o dia 9 de abril.
"Contamos com o empenho de toda nossa militância para que a CTB mais uma vez esteja na linha de frente dessa batalha", afirma o dirigente.
O ato nacional, segundo o secretário geral da CTB, Wagner Gomes, reafirma a estratégia da unidade da classe trabalhadora em defesa do povo brasileiro e do desenvolvimento do país. "Precisamos do conjunto do movimento sindical para obtermos novos avanços e evitarmos quaisquer retrocessos", pontua.
Bandeiras de luta erguidas pelas centrais
A finalidade da mobilização é retomar as lutas da classe trabalhadora, especialmente as definidas em 2010, na 2ª Conferência Nacional das Classes Trabalhadoras (Conclat): pela redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais sem redução de salário, o fim do fator previdenciário, a manutenção da lei do salário mínimo e a luta contra a terceirização.
Além da luta pela regulamentação da Convenção 151 da OIT; Reforma agrária; Mudanças na política macroeconômica e mais investimentos na Saúde e na Educação.
"Nós temos nossas pautas específicas da categoria, mas também vamos lutar pelos direitos de toda a população", defendeu Wagner.
O dirigente da CTB também explica que apesar do posicionamento progressista do Governo Federal, é importante manter a luta dos trabalhadores para garantir e ampliar esses direitos. "Mesmo na situação atual do governo, que nós defendemos e ajudamos a eleger, sem pressão não somos atendidos".
Segundo a CTB, outra grande pauta de mobilização são as reformas estruturais democráticas. Conforme os sindicalistas, a reforma política e a democratização dos meios de comunicação também serão temas nas ruas de todo o país.
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