Brasília, quarta-feira, 16 de julho de 2014 - 14:19
DEMOCRACIA
Participação popular no Congresso Nacional está ameaçada
Fonte: Portal CTB
É preciso muita mobilização para que a proposição que anula a criação da Política Nacional de Participação Social não seja aprovada
Em meio a muita polêmica, os deputados federais aprovaram na noite desta terça-feira (15) o pedido de urgência para o Projeto de Decreto Legislativo 1491/14, do deputado Mendonça Filho (DEM-PE), que anula os efeitos do decreto presidencial que cria a Política Nacional de Participação Social e o Sistema Nacional de Participação Social (Decreto 8.243/14).
O decreto da presidente Dilma, que consolida a Constituição Federal de 1988, está sendo ameaçado pelo que de mais conservador existe na representação do atual Congresso Nacional.
A intenção da oposição era votar o Decreto1491/14, porém, após cinco horas de debates e a resistência de bancadas comprometidas com a construção e o fortalecimento da democracia, foi aprovado somente o regime de urgência.
Apesar disso, ainda é preciso muita mobilização para que a proposição que anula a criação da Política Nacional de Participação Social não seja aprovada.
A principal crítica ao decreto se refere aos conselhos populares criados para influenciar políticas governamentais, com integrantes indicados pelo próprio governo.
O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), defendeu o decreto e disse que ele não invade prerrogativas do Congresso e não gera conflitos entre as democracias direta e representativa.
"Ampliar o papel da sociedade por meio de conselhos populares não é criar um conflito entre democracia direta e democracia representativa. O decreto não cria órgão algum, apenas organiza o que já existe", disse o líder do governo.
Recesso
Deputados e senadores iniciam "recesso branco" a partir desta quinta-feira (17). Mesmo não tendo sido votada a Lei de Diretrizes Orçamentárias, os deputados aprovaram requerimento assinado por todos os líderes determinando que não haja votações até o dia 31 de julho.
Para compensar, em agosto e setembro deverão ser realizadas duas semanas de esforço concentrado – uma em cada mês. O Senado vai adotar a mesma sistemática da Câmara e não realizará sessões deliberativas a partir desta quinta.
O decreto da presidente Dilma, que consolida a Constituição Federal de 1988, está sendo ameaçado pelo que de mais conservador existe na representação do atual Congresso Nacional.
A intenção da oposição era votar o Decreto1491/14, porém, após cinco horas de debates e a resistência de bancadas comprometidas com a construção e o fortalecimento da democracia, foi aprovado somente o regime de urgência.
Apesar disso, ainda é preciso muita mobilização para que a proposição que anula a criação da Política Nacional de Participação Social não seja aprovada.
A principal crítica ao decreto se refere aos conselhos populares criados para influenciar políticas governamentais, com integrantes indicados pelo próprio governo.
O líder do governo na Câmara, deputado Henrique Fontana (PT-RS), defendeu o decreto e disse que ele não invade prerrogativas do Congresso e não gera conflitos entre as democracias direta e representativa.
"Ampliar o papel da sociedade por meio de conselhos populares não é criar um conflito entre democracia direta e democracia representativa. O decreto não cria órgão algum, apenas organiza o que já existe", disse o líder do governo.
Recesso
Deputados e senadores iniciam "recesso branco" a partir desta quinta-feira (17). Mesmo não tendo sido votada a Lei de Diretrizes Orçamentárias, os deputados aprovaram requerimento assinado por todos os líderes determinando que não haja votações até o dia 31 de julho.
Para compensar, em agosto e setembro deverão ser realizadas duas semanas de esforço concentrado – uma em cada mês. O Senado vai adotar a mesma sistemática da Câmara e não realizará sessões deliberativas a partir desta quinta.
Últimas notícias
22/6 - 8:56 |
Pejotização avança e esvazia proteção trabalhista
22/6 - 8:43 |
Menos horas, mais empregos e a lição colombiana que desafia os críticos da redução da jornada
18/6 - 20:45 |
Freio para os trabalhadores e acelerador para as despesas
18/6 - 20:39 |
A arte de empurrar com a barriga para tentar inviabilizar redução da jornada
18/6 - 20:32 |
Governo abre caminho para votações na Câmara, mas mantém ofensiva pelo fim da escala 6×1
Pejotização avança e esvazia proteção trabalhista
22/6 - 8:43 |
Menos horas, mais empregos e a lição colombiana que desafia os críticos da redução da jornada
18/6 - 20:45 |
Freio para os trabalhadores e acelerador para as despesas
18/6 - 20:39 |
A arte de empurrar com a barriga para tentar inviabilizar redução da jornada
18/6 - 20:32 |
Governo abre caminho para votações na Câmara, mas mantém ofensiva pelo fim da escala 6×1
Notícias relacionadas
22/6 - 8:43 |
Menos horas, mais empregos e a lição colombiana que desafia os críticos da redução da jornada
18/6 - 20:39 |
A arte de empurrar com a barriga para tentar inviabilizar redução da jornada
9/6 - 9:49 |
Alcolumbre impõe freio à PEC do fim da escala 6×1 e amplia tensão com trabalhadores e governo
9/6 - 8:32 |
Câmara avança na proteção ao trabalho e aprova convenção da OIT sobre saúde e segurança
25/5 - 20:10 |
“Dark Horse”, Flávio Bolsonaro e a degradação moral da política brasileira
Menos horas, mais empregos e a lição colombiana que desafia os críticos da redução da jornada
18/6 - 20:39 |
A arte de empurrar com a barriga para tentar inviabilizar redução da jornada
9/6 - 9:49 |
Alcolumbre impõe freio à PEC do fim da escala 6×1 e amplia tensão com trabalhadores e governo
9/6 - 8:32 |
Câmara avança na proteção ao trabalho e aprova convenção da OIT sobre saúde e segurança
25/5 - 20:10 |
“Dark Horse”, Flávio Bolsonaro e a degradação moral da política brasileira

