Brasília, segunda-feira, 27 de outubro de 2014 - 15:52
INCLUSÃO
Educação: ENEM deste ano tem 15 mil candidatos idosos inscritos
Fonte: Fitrae
Número de inscritos com 60 anos ou mais cresce anualmente
O Enem é a porta de entrada para instituições de ensino superior e técnico, além do financiamento estudantil e intercâmbio acadêmico e não são apenas os jovens que estão buscando a educação no Brasil. Os idosos estão procurando, cada vez mais, desde o ensino básico até o ensino superior. Neste ano, 15,5 mil idosos fizeram a inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
“O aumento de idosos está sendo identificado em várias instituições de ensino superior. São pessoas aposentadas, que por vezes já têm diploma de ensino superior e buscam outros cursos. Procuram uma mudança de carreira ou a realização de um sonho”, diz o superintendente-geral de Educação a Distância do Centro Universitário Iesb, em Brasília, Francisco Botelho.
“O nível de entendimento daquilo que é repassado, de compreensão e assimilação, é diferente”, compara a segunda com a primeira graduação, concluída quando tinha pouco menos de 30 anos. “Tenho assimilado com mais facilidade por causa da experiência que acumulei. Tenho também mais tranquilidade com o conteúdo que é colocado”, diz.
Luiz Pereira de Souza, 84 anos, sapateiro aposentado, realiza o sonho de aprender a ler. E garante: “Estou me dando muito bem”. Luiz entrou neste ano em um grupo de alfabetização de adultos no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (Cedep), no Distrito Federal. Quando as aulas começaram, já sabia ler “alguma coisa e escrevia o nome”. Agora, ele, que é evangélico, consegue ler a Bíblia.
“Na minha opinião, esses alunos procuram outro modo de vida, outro conjunto de pessoas, uma vida em que tenham representatividade. Quando chegam, necessitam de carinho, atenção. Não é mais para entrar no mercado de trabalho, mas para se comunicar. É um sonho de aprender”, explica a coordenadora de curso do Programa DF Alfabetizado, Eva Lopes.
Os idosos são hoje no país 26,3 milhões, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 13% da população. A expectativa é que esse percentual aumente e que em 2060 chegue a 34%, segundo previsão do próprio IBGE.
“O aumento de idosos está sendo identificado em várias instituições de ensino superior. São pessoas aposentadas, que por vezes já têm diploma de ensino superior e buscam outros cursos. Procuram uma mudança de carreira ou a realização de um sonho”, diz o superintendente-geral de Educação a Distância do Centro Universitário Iesb, em Brasília, Francisco Botelho.
“O nível de entendimento daquilo que é repassado, de compreensão e assimilação, é diferente”, compara a segunda com a primeira graduação, concluída quando tinha pouco menos de 30 anos. “Tenho assimilado com mais facilidade por causa da experiência que acumulei. Tenho também mais tranquilidade com o conteúdo que é colocado”, diz.
Luiz Pereira de Souza, 84 anos, sapateiro aposentado, realiza o sonho de aprender a ler. E garante: “Estou me dando muito bem”. Luiz entrou neste ano em um grupo de alfabetização de adultos no Centro de Cultura e Desenvolvimento do Paranoá (Cedep), no Distrito Federal. Quando as aulas começaram, já sabia ler “alguma coisa e escrevia o nome”. Agora, ele, que é evangélico, consegue ler a Bíblia.
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