Brasília, quinta-feira, 25 de setembro de 2014 - 15:0
DEMOCRACIA
Plebiscito sobre reforma política tem de mais de 7 mi votos
Fonte: Agência Brasil
Votação, que na prática é apenas consulta, é uma forma de pressionar Congresso Nacional para convocação de plebiscito com valor legal sobre tema
Participaram do Plebiscito Popular por uma Constituinte Exclusiva e Soberana do Sistema Político 7,75 milhões de pessoas, segundo o resultado divulgado nesta quarta-feira (24). Desse total, 6,95 milhões votaram em urnas físicas e 1,74 milhão pela internet.
As manifestações favoráveis à convocação de uma assembleia exclusiva para reforma política somaram 97,05% do total, as contrárias, 2,57% e 0,38% foram votos brancos e nulos.
A votação feita entre os dias 1º e 7 de setembro faz parte de uma campanha organizada por movimentos sociais para a convocação de uma Assembleia Constituinte para fazer alterações nas leis referentes ao sistema político.
A votação, que na prática é apenas uma consulta, é uma forma de pressionar o Congresso Nacional para a convocação de um plebiscito com valor legal sobre o tema.
"A estrutura do poder político no Brasil e suas ´regras de funcionamento´ não permitem que se avance para mudanças profundas. Apesar de termos conquistado o voto direto nas eleições, existe uma complexa teia de elementos que são usados nas campanhas eleitorais que ´ajudam´ a garantir a vitória de determinados candidatos", diz o texto que explica a proposta na página do plebiscito popular.
O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, disse que o resultado da campanha foi uma vitória para os movimentos sociais. "Nós acreditamos que esse resultado do plebiscito demonstra que há apoio popular para que possamos construir uma nova constituinte exclusiva", ressaltou ao apresentar os resultados.
Segundo Rodrigues, a campanha conseguiu superar uma série de dificuldades. "Tivemos que lutar contra um boicote da grande mídia, que boicotou a comunicação do plebiscito durante todo o tempo. Tivemos que fazer a campanha durante um período eleitoral, quando outros temas estavam na pauta", disse sobre fatores que contribuíram para que o movimento não tivesse uma adesão maior".
As manifestações favoráveis à convocação de uma assembleia exclusiva para reforma política somaram 97,05% do total, as contrárias, 2,57% e 0,38% foram votos brancos e nulos.
A votação feita entre os dias 1º e 7 de setembro faz parte de uma campanha organizada por movimentos sociais para a convocação de uma Assembleia Constituinte para fazer alterações nas leis referentes ao sistema político.
A votação, que na prática é apenas uma consulta, é uma forma de pressionar o Congresso Nacional para a convocação de um plebiscito com valor legal sobre o tema.
"A estrutura do poder político no Brasil e suas ´regras de funcionamento´ não permitem que se avance para mudanças profundas. Apesar de termos conquistado o voto direto nas eleições, existe uma complexa teia de elementos que são usados nas campanhas eleitorais que ´ajudam´ a garantir a vitória de determinados candidatos", diz o texto que explica a proposta na página do plebiscito popular.
O coordenador nacional do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), João Paulo Rodrigues, disse que o resultado da campanha foi uma vitória para os movimentos sociais. "Nós acreditamos que esse resultado do plebiscito demonstra que há apoio popular para que possamos construir uma nova constituinte exclusiva", ressaltou ao apresentar os resultados.
Segundo Rodrigues, a campanha conseguiu superar uma série de dificuldades. "Tivemos que lutar contra um boicote da grande mídia, que boicotou a comunicação do plebiscito durante todo o tempo. Tivemos que fazer a campanha durante um período eleitoral, quando outros temas estavam na pauta", disse sobre fatores que contribuíram para que o movimento não tivesse uma adesão maior".
Últimas notícias
11/3 - 11:58 |
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
7/3 - 18:30 | ANÁLISE POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL
Trabalho, renda e custo de vida: 3 sinais estruturais da melhora social recente
7/3 - 18:23 |
O império do caos
Redução da jornada avança, mas debate na CCJ expõe manobra para atrasar votação
11/3 - 11:37 |
Estudo do Trabalho indica que jornada de 40 horas é viável no Brasil
8/3 - 0:0 |
8 de Março e a exaustão da luta contra o feminicídio e a misoginia
7/3 - 18:30 | ANÁLISE POLÍTICA, ECONÔMICA E SOCIAL
Trabalho, renda e custo de vida: 3 sinais estruturais da melhora social recente
7/3 - 18:23 |
O império do caos
Notícias relacionadas
3/3 - 10:4 |
2026: duelo das visões — democracia social ou autoritarismo reembalado?
26/2 - 17:6 |
Jornada e escala: a vez e a hora da pressão social
5/2 - 18:20 |
O Brasil real rejeita precarização: 56% querem voltar à CLT e empreendem por falta de opção
15/1 - 10:56 |
O Orçamento da inversão: bilhões para parlamentares, austeridade para os pobres
7/1 - 20:1 |
3 anos do 8/1: dia de celebrar a democracia contra o golpismo bolsonarista
2026: duelo das visões — democracia social ou autoritarismo reembalado?
26/2 - 17:6 |
Jornada e escala: a vez e a hora da pressão social
5/2 - 18:20 |
O Brasil real rejeita precarização: 56% querem voltar à CLT e empreendem por falta de opção
15/1 - 10:56 |
O Orçamento da inversão: bilhões para parlamentares, austeridade para os pobres
7/1 - 20:1 |
3 anos do 8/1: dia de celebrar a democracia contra o golpismo bolsonarista

