Brasília, quarta-feira, 6 de novembro de 2013 - 16:29
DIREITOS HUMANOS
Relançada a campanha “Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil”
Fonte: Contee
Embora na última década número de crianças que trabalham tenha sido reduzido em um terço, os progressos ainda foram lentos
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) está relançando a campanha "Cartão Vermelho ao Trabalho Infantil", que já conta com o apoio de diversos artistas de fama mundial como a atriz Cher, premiada com o Oscar. Artistas brasileiros de renome, como Wagner Moura, Camila Pitanga, Gilberto Miranda, Priscila Camargo, Osmar Prado, Bete Mendes e Dira Paes posaram para fotos e gravaram vídeos para a campanha.
A OIT lançou a primeira campanha do cartão vermelho em 2002 para sensibilizar a opinião pública sobre o trabalho infantil. Oito anos mais tarde, a II Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que ocorreu em Haia, comprometeu-se com a eliminação das piores formas de trabalho infantil em 2016.
Embora durante a última década o número de crianças que trabalham no mundo tenha se reduzido em um terço até chegar a 168 milhões, os progressos foram lentos. Os 152 países que participaram da III Conferência Global, realizada entre 8 e 10 de outubro em Brasília, renovaram seu compromisso para alcançar este objetivo.
Metade das crianças que trabalham está presa nas piores formas de trabalho infantil. Trabalham em campo, em minas ou em fábricas e podem ser vítimas de abuso sexual, exploradas pelo tráfico de drogas ou forçados a alistar-se em milícias ou exércitos.
Além de Cher, os atores Susan Sarandon, Tim Roth, Jon Tenney, Olivia Wilde, Jason Sudeikis e Rob Morrow apoiam a campanha. Também aderiram atletas dos Estados Unidos e das Filipinas. O Mundial de Futebol de 2014 e as Olimpíadas do Rio em 2016 serão grandes eventos de mobilização para a campanha.
A OIT lançou a primeira campanha do cartão vermelho em 2002 para sensibilizar a opinião pública sobre o trabalho infantil. Oito anos mais tarde, a II Conferência Global sobre Trabalho Infantil, que ocorreu em Haia, comprometeu-se com a eliminação das piores formas de trabalho infantil em 2016.
Embora durante a última década o número de crianças que trabalham no mundo tenha se reduzido em um terço até chegar a 168 milhões, os progressos foram lentos. Os 152 países que participaram da III Conferência Global, realizada entre 8 e 10 de outubro em Brasília, renovaram seu compromisso para alcançar este objetivo.
Metade das crianças que trabalham está presa nas piores formas de trabalho infantil. Trabalham em campo, em minas ou em fábricas e podem ser vítimas de abuso sexual, exploradas pelo tráfico de drogas ou forçados a alistar-se em milícias ou exércitos.
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