Brasília, quarta-feira, 30 de outubro de 2013 - 17:52 | Atualizado em: 31 de outubro de 2013
MOBILIZAÇÃO
Profissionais da educação fazem protesto em frente ao MEC
Fonte: Portal Vermelho
Manifestação pretende fortalecer luta pelo direito à formação e à valorização de funcionários, além de pedir mais investimentos para o setor
Nesta quarta-feira (30), profissionais da educação pública de todo o país se reuniram em Brasília, em protesto em frente ao Ministério da Educação (MEC). A Mobilização Nacional dos Funcionários da Educação quer fortalecer a luta pelo direito à formação e à valorização profissional dos funcionários, com a pauta de mais investimentos para a educação.
De acordo com Edmílson Lamparina, da Confederação nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), promotora do evento, cada sindicato trouxe à Brasília um grupo de 5 a 10 pessoas, na expectativa de mobilizar por mais investimentos, principalmente para a formação continuada.
"Nós vamos discutir piso, carreira e profissionalização. A pauta é grande. É preciso exigir a implementação da lei que trata da formação continuada, por exemplo. E precisamos da retomada dos acordos de cooperação do Profuncionário, garantindo que estados e municípios ofereçam os cursos técnico-profissionalizantes. Onde o projeto segue nas mãos do governo local, como no Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, o programa de desenvolvimento profissional dos funcionários da educação é uma realidade", disse.
Na manifestação foi lembrado reivindicado, além do programa Profuncionário, a necessidade de realização de concurso público para acesso na carreira; contra a terceirização; e pela regulamentação do piso e das diretrizes nacionais para os planos de carreira dos profissionais da educação.
Após o ato no MEC, as delegações foram para o Congresso Nacional, onde visitam os parlamentares responsáveis pela relatoria de projetos de interesse da categoria. Está prevista também audiência da CNTE com o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante.
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De acordo com Edmílson Lamparina, da Confederação nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), promotora do evento, cada sindicato trouxe à Brasília um grupo de 5 a 10 pessoas, na expectativa de mobilizar por mais investimentos, principalmente para a formação continuada.
"Nós vamos discutir piso, carreira e profissionalização. A pauta é grande. É preciso exigir a implementação da lei que trata da formação continuada, por exemplo. E precisamos da retomada dos acordos de cooperação do Profuncionário, garantindo que estados e municípios ofereçam os cursos técnico-profissionalizantes. Onde o projeto segue nas mãos do governo local, como no Mato Grosso do Sul e no Distrito Federal, o programa de desenvolvimento profissional dos funcionários da educação é uma realidade", disse.
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