Centrais sindicais convocam Greve Geral que promete parar o País

Brasília-DF, quinta-feira, 24 de outubro de 2019


Brasília, terça-feira, 25 de abril de 2017 - 0:46      |      Atualizado em: 2 de junho de 2017 - 18:29

GREVE GERAL

Centrais sindicais convocam Greve Geral que promete parar o País

Na próxima sexta-feira, dia 28, haverá Greve Geral em todo o País. O Saep participará das manifestações e convoca os auxiliares a protestarem contra a retirada de direitos. Se manifeste contra o desmonte das leis trabalhistas.

A Greve Geral é uma mobilização de caráter nacional e foi convocada pelas centrais sindicais CTB, CUT, UGT, Força Sindical, CSB, NCST, Conlutas e CGTB, e é uma paralisação contra as reformas trabalhista e previdenciária, e as terceirizações impostas à sociedade pelo governo golpista e corrupto do Presidente Michel Temer.

Estas centrais representam mais de dez milhões de trabalhadores e trabalhadoras em todo o País, e por isso a expectativa é que este seja o maior ato de mobilização da classe trabalhadora brasileira desde as grandes greves dos anos 80.

A reforma trabalhista apresentada pelo governo retira direitos históricos conquistados pelos trabalhadores. Acordos individuais passam a ter prevalência sobre a lei ou sobre acordos e convenções coletivas, precarizando ainda mais as relações de trabalho; flexibiliza a jornada de trabalho de modo a permitir que o empregado trabalhe até 12 horas ininterruptas; regulamenta o teletrabalho por meio de “tarefas”, sem correspondência com a “duração do trabalho”; dificulta o acesso do trabalhador, principalmente o mais carente, à Justiça do Trabalho; restringe a atuação da Justiça do Trabalho nos processos individuais. Estes são apenas alguns exemplos, poderíamos listar aqui quase trinta pontos que retiram direito dos trabalhadores.

Já pelo novo texto da reforma da previdência, os trabalhadores para ter direito à aposentadoria integral, tanto homens quanto as mulheres, precisarão contribuir por 40 anos, e o tempo mínimo de contribuição para solicitar a aposentadoria (parcial) foi mantido em 25 anos para ambos. Segundo estudos, dois terços dos trabalhadores não conseguem contribuir mais do que 18 anos, devido à rotatividade de trabalho. Isso praticamente inviabiliza o acesso do trabalhador a aposentadoria integral.

Diante desse grave quadro de retrocesso social, imposto pelas reformas, o Saep reafirma e convoca os auxiliares, os trabalhares e trabalhadoras, e seus familiares, para aderirem à mobilização. Só com esta demonstração de força é que será possível barrar a aprovação destas medidas no Congresso Nacional.

Aproveitando a mobilização da Greve Geral, o Saep intensificará a campanha salarial de 2017 e fará paralisações, protestos e manifestações em várias instituições particulares de ensino do Distrito Federal.

O Saep informa, também, que no dia 28 não haverá expediente na sede do sindicato, toda diretoria, bem como, os funcionários estarão participando da paralisação nacional. Estarão nas ruas juntos com todos trabalhadores para lutar contra as reformas.

Vamos às ruas, dia 28 é dia de luta e resistência.









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